Há certos momentos em que não podemos perder a oportunidade a qual nos foi oferecida. Estou escrevendo enquanto minha inspiração e as lembranças ainda estão frescas, e enquanto os gatos vadios da rua não param de trepar, com seu barulho incômodo.
Às vezes me sinto assim: um gato vadio que trepa na noite e incomoda os pudicos. E incomodo mesmo. Quero minha libido livre e compartilhada com quem eu quiser.
Acabei de comer seu amigo…
Assim comecei o papo com um cara que há muito tempo quero transar com ele. Mas o cara é ativo, e por eu ter tido problemas de hemorróidas, estou relutante em arriscar. Por hora estou atuando como deflorador de bundinhas gulosas… E esta empreitada, pelo menos parece ser bem-sucedida.
Conheci um cara na internet, faz alguns meses. No primeiro encontro pessoal e presencial, na casa dele, curtimos um filme e já mostrei minhas garras. Não fiz de rogado e fiz um magistral boquete, o qual gentilmente retribuiu a carícia sexual. Estávamos loucos de desejo, mas pelo fato de termos a família dele por perto nos contivemos. Mas semanas depois a oportunidade surgiu. Minha casa estava vazia e eu o trouxe ao meu aconchego. Estava calor, e a nudez era uma desculpa, e ao mesmo tempo um convite. Um álibi perfeito para uma tarde de boa foda. Nos despimos, nos abraçamos, nos beijamos loucamente, nos chupamos um ao outro… E ele me disse: vá com calma, faz muito tempo que não faço.
O bom ativo, sabe que deve saber sentir o cara que está sendo enrabado por ele. Saber ser devagar, passar confiança, dar ao parceiro o controle, e contar com um bom lubrificante são os segredos pra dar ao passivo todo o prazer que ele merece. Principalmente por o passivo entender que o ânus é uma região erógena muito importante para o homem. Mas é como escavar uma relíquia: tem que fazer com cuidado para não estragar.
E assim o fiz. Fiquei por baixo e o cara por cima e ele cavalgou no meu pau. Deixei ele controlar o ritmo. Eu era dele. Era o realizador de seu prazer anal.
Gozamos. Tomamos banho. Cara, tenho muita sorte. Adoro caras que tenham corpo bonito, e ultimamente, modéstia a parte, tenho atraído a atenção de alguns deles. É uma química que rola, e esta química é maravilhosa.
Conheci um lindo rapaz que mora sozinho em Sampa. Fui à casa dele e transamos gostoso. Quando a situação permite, gosto de ser felino. O cara era maior do que eu, sarado, magro, passivo e tinha dois atributos que considero os presentes nos gays mais sexys e os quais eu casaria fácil: pau grande pra chupar e uma bunda carnuda e laceada.
Tem gente que gosta de cuzinho apertado, já eu não. Não vejo um rabinho resistente como estimulante. Já um cuzinho laceado sim, tem uma quantidade de estímulos que permitem diversas variações de penetração, sem esganar o pau, sem dificuldade. Por exemplo, tirar e por o pau várias vezes, colocar até a metade pondo e tirando de forma veloz, fazer diversos tipos de posições tipo de lado, frango-assado, de quatro, de pé, você por baixo, você por cima, ou seja, todo o universo do Kama-sutra gay pode ser explorado com um cara que tem um bumbum laceado. E assim comi o cara, de quatro no colchão dele punha e tirava. Virei ele de frente, pus um travesseiro por baixo dele e comecei a comer ele de frango assado lentamente. Enquanto eu o fodia devagar, eu o beijava lenta e lascivamente.
Esta noite não teve um, mas dois rapazes que transaram comigo. Porém não ao mesmo tempo. Primeiro veio um e depois outro.
O primeiro era um rapaz bem jovem. Há muito tempo nos conversávamos pela internet e fui bastante carinhoso com ele. A sorte minha é que estava de preservativo, pois o cara não me passou cheque, passou logo um talão. Precisei usar duas camisinhas para fazer o serviço e ainda de sabão, para limpar a sujeira que ficou nos lençóis. Mas mesmo sem chuca, o cara tinha uma bunda sensacional. Ele sentiu dores, e fui devagarzinho, não penetrava tudo, fazia o cara controlar, e gozar bem devagar. E como ele goza, esporrou no meu peito uma porra grossa, gostosa.
O segundo foi um velho conhecido meu, que sempre que possível, vem ao meu quarto saciar nossos desejos lascivos em noites urbanas. E que desejos. Mas a ele confessei minha cafajestice. Eu havia segurado a sua vinda para transar com o outro rapaz. Percebi seu ciúme ao me beijar mordiscando os lábios. Era um jogo felino. Dois gatos brincando de sexo em um colchão.
Após nos despirmos, ele virou de lado e ofereceu sua bunda, não fiz de rogado, e sentei devagar minha pica novamente em riste naquele cuzinho que implorava ser penetrado. Quando tentei ser um pouco mais forte, ele pediu pra ir devagar, pois não estava muito acostumado, respeitei. Fui devagar, eu por baixo, ele por cima e ele sentava, e enquanto eu o comia, ele lambia e mordiscava minha orelha.
Ele foi tão certeiro que acabei gozando, ele me beijava, levava minha mão a seu pau para que eu o puhetasse. Depois subiu por cima de mim, e colocou o pau dele na minha boca e socava, como se estivesse descontando na minha boca o que fiz com o cuzinho dele… e ele me fez que eu chupasse suas bolas e seu cuzinho, foi quando ele desceu por cima de mim e esporrou um jato gostoso de porra na minha barriga. Nos beijamos longamente.
Três trepadas em menos de dois dias. Quanta sorte… E ainda zoei. Chamei o amigo do terceiro cara no WhatsApp e ele perguntou o que estava fazendo de bom, daí respondi: Acabei de comer seu amigo... (mas não conta pra ninguém, nem pra ele).
Os gatos vadios já treparam, incluindo eu. Hora de dormir, a cidade precisa de descanso.