quinta-feira, 4 de maio de 2017

Bicha, melhore

Nem tudo são flores no vale dos homossexuais. Eu mesmo procuro não me arrepender das coisas que fiz, mas que pinta uma pontinha de vontade, dá.

Sexta-feira, conheci um cara casualmente, em uma viagem de ônibus. Magro, mais baixo que eu e muito gostoso. Moreno, com uma barba grande, bonita. Realmente era um tesão. A química bateu e nos entrosamos bem naquele ônibus. Trocamos telefones e pelo WhatsApp marcamos uma pegação básica em casa. Para continuar aquilo que começamos no ônibus. Tentamos a primeira vez, mas ele não pode ir. Hoje, finalmente ele veio. Mas não da forma que eu imaginava que fosse a transa.

Tem gente que curte sexo agressivo. já eu: não. Sexo tem a ver com contato, com química, com intensidade. A transa de hoje foi um disco de Newton em movimento: muitas cores juntas formando um total branco. O cara simplesmente tirou a roupa, nos esfregamos um pouco, pôs o pau na minha boca pra eu engolir todo até eu engasgar, pôs os dedos no meu cu, na minha boca, e depois de um tempo, gozou na minha cara. Ele queria me comer, mas pela forma que ele veio, fiquei frígido, sem clima para penetrar, e pior, nem a camisinha ele quis por. Ele não soube o segredo do cadeado do meu baú da libido e quis abrir à força. Na boa, ele jogou dinheiro fora com o Uber, e eu perdi meu tempo, mesmo tendo gozado.

Na boa, gente, todo mundo consegue a tampa da sua panela. Eu mesmo estou quase encontrando a minha. Mas, mesmo que seja para um fast foda, procure conhecer o que o cara gosta ou não de fazer na cama, para que a transa role gostoso.

Outro dia teve um moleque, cerca de 18 anos, que veio em casa. Conhecemos por um app de pegação. Ele realmente era lindo, mas ele na hora do sexo foi um pouco afoito demais, socou o dedo no meu cu com tudo, doeu pra caramba, mordeu meu mamilo, como se quisesse arrancar fora e me comeu, como se estivesse comendo um pedaço de carne. Mas eu mostrei a ele como se faz as coisas: chupei ele bem gostoso, lambi e mordisquei seus mamilos, lambi sua orelha e pescoço, fiz um beijo grego nele que ele soltou uns gemidinhos, e depois, comi ele com jeito, variei posições e ele gozou, levando pirocada no rabinho.

Sexo é um acordo íntimo, não se faz de qualquer jeito. Por isso, gato, só peço: bicha, melhore! E não tenha medo de beijar, quem sabe, este não era o segredo para abrir o meu baú?

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Escapada para o prazer

Confesso que transar no carro não é muito confortável, sem contar que ou é preciso muita habilidade corporal para inventar posições, ou que há limitações grandes onde o prazer é limitado.

Claro que nem sempre falta de variações significa falta de tesão. Mesmo uma única posição, quando bem executada, vale pela transa inteira. Então vamos liberar nossa libido e curtir o bom do sexo, mesmo que em tons monocromáticos.

Em duas ocasiões eu curti muito fazer um sexo dentro do carro. Foram ocasiões diferentes, mas com uma lembrança vívida e marcante.

O primeiro caso que vou contar é de um gentleman. Combinamos de sair e marcamos um ponto de encontro, onde ele me apanharia de carro. Fomos para o autorama. Era o estacionamento do Parque do Ibirapuera. Conversamos, nos beijamos, curtimos um pouco o momento no carro. Mas não nos sentimos muito a vontade, pela entrada e saída de carros e pessoas. Então decidimos sair dali. Fomos para uma pracinha perto de algum lugar, que era pouco frequentado e próximo a condomínios. Foi ali que nos soltamos. As carícias foram se tornando mais intensos e os beijos mais lascivos. Foi então que eu não resisti e abri a calça do rapaz para acariciar seu belo pau com minha boca de veludo. Seus gemidos contidos, mas sonoros, me inspiravam a ser mais e mais carinhoso e intenso em meu ato de chupar seu cacete em riste, mas eu pedi que ele pudesse retribuir o favor. Uma pena ele ter se negado, pois eu estava em um total tesão enorme e meu pau não cabia mais na bermuda. Mas ele compensou com uma deliciosa punheta, onde eu ficava com vontade de ir muito além. Mas havia um pequeno movimento na praça, além de um carro, parado e com vidros embaçados chamavam a atenção. Entre esses movimentos eu queria fazer meu gentleman gozar. Chupei o cara até ele urrar de prazer e gozar na minha boca.

A outra vez foi com outro rapaz muito legal e gostoso. Eu estava à toa em casa, quando nos falamos pelo WhatsApp. Ele sabia que eu era um safado, mas também estava muito a fim de safadeza. Combinamos de ele me buscar em casa. Nos encontramos e fomos para uma rua sem luz. Era uma noite chuvosa e por isso, algumas ruas estavam às escuras. No carro, começamos a nos beijar lascivamente. O beijo, quando bem dado, é um convite irrecusável. Tem que ter fome, tem que ter línguas se entrelaçando, tem que ter toque de lábios. Tem que dar o gosto de pecado iminente. Eu mesmo já me mostrava a ele que eu estava curtindo muito esse momento. Depois de mostrar o volume por cima da bermuda, direcionei a mão dele para que ele tocasse, meu pau duro, por cima da bermuda. Ele só não obedeceu, mas começou a acariciar meu pau com sua mão, indo com delicadeza e ao mesmo tempo, vontade. Também acariciei-o com minhas mãos. Após abaixar sua calça e sua cueca, abaixei minha cabeça em direção ao pau dele chupando-o deliciosamente. Ele não tinha um pau grande. Mas era muito gostoso chupar um pau assim. Paus grandes são visualmente excitantes, mas é complicado transar com pessoas assim. Ao contrário da história anterior, o meu parceiro não se fez de rogado e chupou meu pau inteiro. Era muito delicioso ele chupando totalmente, além de usar a garganta. Enquanto isso, eu aproveitei e com o dedo, massageava e penetrava o seu cuzinho com o dedo. Que cuzinho maravilhoso. Se eu não estivesse no carro, certamente eu faria uma bela de uma cunete nele. Nessa levada entre beijos e boquetes recíprocos, eu gozei. Estávamos ofegantes, quando ele puxou minha cabeça contra seu pai, para que ele gozasse também. E chupei muito, de modo que ele gozou. Mas ele gozou muita porra, que eu tive que cuspir um pouco e vi que eu estava com a boca cheia de porra. O cara goza muito. Uma delícia. Ele me deixou em casa, e nos despedimos com um beijo.

Transar no carro pode não ser confortável, mas é delicioso.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Acabei de comer seu amigo...

Há certos momentos em que não podemos perder a oportunidade a qual nos foi oferecida. Estou escrevendo enquanto minha inspiração e as lembranças ainda estão frescas, e enquanto os gatos vadios da rua não param de trepar, com seu barulho incômodo.

Às vezes me sinto assim: um gato vadio que trepa na noite e incomoda os pudicos. E incomodo mesmo. Quero minha libido livre e compartilhada com quem eu quiser.

Acabei de comer seu amigo…

Assim comecei o papo com um cara que há muito tempo quero transar com ele. Mas o cara é ativo, e por eu ter tido problemas de hemorróidas, estou relutante em arriscar. Por hora estou atuando como deflorador de bundinhas gulosas… E esta empreitada, pelo menos parece ser bem-sucedida.

Conheci um cara na internet, faz alguns meses. No primeiro encontro pessoal e presencial, na casa dele, curtimos um filme e já mostrei minhas garras. Não fiz de rogado e fiz um magistral boquete, o qual gentilmente retribuiu a carícia sexual. Estávamos loucos de desejo, mas pelo fato de termos a família dele por perto nos contivemos. Mas semanas depois a oportunidade surgiu. Minha casa estava vazia e eu o trouxe ao meu aconchego. Estava calor, e a nudez era uma desculpa, e ao mesmo tempo um convite. Um álibi perfeito para uma tarde de boa foda. Nos despimos, nos abraçamos, nos beijamos loucamente, nos chupamos um ao outro… E ele me disse: vá com calma, faz muito tempo que não faço.

O bom ativo, sabe que deve saber sentir o cara que está sendo enrabado por ele. Saber ser devagar, passar confiança, dar ao parceiro o controle, e contar com um bom lubrificante são os segredos pra dar ao passivo todo o prazer que ele merece. Principalmente por o passivo entender que o ânus é uma região erógena muito importante para o homem. Mas é como escavar uma relíquia: tem que fazer com cuidado para não estragar.

E assim o fiz. Fiquei por baixo e o cara por cima e ele cavalgou no meu pau. Deixei ele controlar o ritmo. Eu era dele. Era o realizador de seu prazer anal.

Gozamos. Tomamos banho. Cara, tenho muita sorte. Adoro caras que tenham corpo bonito, e ultimamente, modéstia a parte, tenho atraído a atenção de alguns deles. É uma química que rola, e esta química é maravilhosa.

Conheci um lindo rapaz que mora sozinho em Sampa. Fui à casa dele e transamos gostoso. Quando a situação permite, gosto de ser felino. O cara era maior do que eu, sarado, magro, passivo e tinha dois atributos que considero os presentes nos gays mais sexys e os quais eu casaria fácil: pau grande pra chupar e uma bunda carnuda e laceada.

Tem gente que gosta de cuzinho apertado, já eu não. Não vejo um rabinho resistente como estimulante. Já um cuzinho laceado sim, tem uma quantidade de estímulos que permitem diversas variações de penetração, sem esganar o pau, sem dificuldade. Por exemplo, tirar e por o pau várias vezes, colocar até a metade pondo e tirando de forma veloz, fazer diversos tipos de posições tipo de lado, frango-assado, de quatro, de pé, você por baixo, você por cima, ou seja, todo o universo do Kama-sutra gay pode ser explorado com um cara que tem um bumbum laceado. E assim comi o cara, de quatro no colchão dele punha e tirava. Virei ele de frente, pus um travesseiro por baixo dele e comecei a comer ele de frango assado lentamente. Enquanto eu o fodia devagar, eu o beijava lenta e lascivamente.

Esta noite não teve um, mas dois rapazes que transaram comigo. Porém não ao mesmo tempo. Primeiro veio um e depois outro.

O primeiro era um rapaz bem jovem. Há muito tempo nos conversávamos pela internet e fui bastante carinhoso com ele. A sorte minha é que estava de preservativo, pois o cara não me passou cheque, passou logo um talão. Precisei usar duas camisinhas para fazer o serviço e ainda de sabão, para limpar a sujeira que ficou nos lençóis. Mas mesmo sem chuca, o cara tinha uma bunda sensacional. Ele sentiu dores, e fui devagarzinho, não penetrava tudo, fazia o cara controlar, e gozar bem devagar. E como ele goza, esporrou no meu peito uma porra grossa, gostosa.

O segundo foi um velho conhecido meu, que sempre que possível, vem ao meu quarto saciar nossos desejos lascivos em noites urbanas. E que desejos. Mas a ele confessei minha cafajestice. Eu havia segurado a sua vinda para transar com o outro rapaz. Percebi seu ciúme ao me beijar mordiscando os lábios. Era um jogo felino. Dois gatos brincando de sexo em um colchão.

Após nos despirmos, ele virou de lado e ofereceu sua bunda, não fiz de rogado, e sentei devagar minha pica novamente em riste naquele cuzinho que implorava ser penetrado. Quando tentei ser um pouco mais forte, ele pediu pra ir devagar, pois não estava muito acostumado, respeitei. Fui devagar, eu por baixo, ele por cima e ele sentava, e enquanto eu o comia, ele lambia e mordiscava minha orelha.

Ele foi tão certeiro que acabei gozando, ele me beijava, levava minha mão a seu pau para que eu o puhetasse. Depois subiu por cima de mim, e colocou o pau dele na minha boca e socava, como se estivesse descontando na minha boca o que fiz com o cuzinho dele… e ele me fez que eu chupasse suas bolas e seu cuzinho, foi quando ele desceu por cima de mim e esporrou um jato gostoso de porra na minha barriga. Nos beijamos longamente.

Três trepadas em menos de dois dias. Quanta sorte… E ainda zoei. Chamei o amigo do terceiro cara no WhatsApp e ele perguntou o que estava fazendo de bom, daí respondi: Acabei de comer seu amigo... (mas não conta pra ninguém, nem pra ele).

Os gatos vadios já treparam, incluindo eu. Hora de dormir, a cidade precisa de descanso.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sem espaço, nem tempo

Há momentos em que lembramos de outros em uma espécie de Deja Vù, onde temos vivenciado uma sensação análoga antes.

Lembro-me ao entrar no banheiro da estação de quando eu frequentava o cinquentinha há uns 8, 10 anos atrás, que era uma barraca de cachorro-quente e bebidas na Praça da República, ao qual conheci casualmente em uma de minhas muitas andanças em manhãs de sábado pelo centro de São Paulo, após o trabalho.

Lá conheci alguns caras gays de variados tipos, aos quais fiz amizade, e outros rolaram algumas loucuras também. Ao lembrar dessas loucuras, me deparo no mictório do banheiro uma pequena pegação. Um rapaz chupava outro, e com a minha chegada, tomou um susto. Mas ao meu ver fazendo sinal de tudo bem logo reconheceu e se familiarizou com meu rosto. Ele já me conhecia. Enquanto eu ia na casinha, me masturbava lembrando de uma dessas histórias loucas que aconteceram na República.

Em uma dessas histórias, um rapaz que fazia transformismo já chegou chegando e propôs que eu fosse na casa dele, uma boate desativada da região do Arouche, ali perto. Haviam outras transformistas e drags morando por lá, mas fomos para um local que teríamos mais privacidade.

Era um camarim, com uma cama de solteiro velha. Apesar de ser feminino nos trejeitos, seu corpo masculino, magro, franzino, me excitava demais. Ele me despiu, me beijou e começou a me chupar, de forma delicada e carinhosa. Era uma chupada que, caralho, fico de pau duro só de lembrar.

Como estava ficando com tesão na casinha e não faltavam garotos que quisessem me atender, saí da casinha e vi na pia um rapaz que estava me olhando pelo reflexo do espelho. Sorri. Mas outro garoto, vindo do mictório, me chamava pra ir brincar com ele. Esse garoto era o que me reconheceu e tinha me chupado outra vez no mesmo lugar (geralmente são quase as mesmas pessoas que frequentam esses banheiros) e era do jeito que gosto: magros, morenos, pintudos, sarados e passivos. E me lembrei de novo do jovem transformista da República.

Também era moreno, mas mais branquelo, tinha um pau um pouco menor que o cara do banheiro, mas bonito e gostoso de chupar. Não resisti em retribuir o favor ao belo garoto que escondia sua sensualidade em roupas femininas.

Estava com tanto tesão que quase dei a bunda para o garoto, mas ele segurou minha onda, tanto que não quis me dar a bunda dele também. Ficamos nesta brincadeira gostosa até gozarmos juntos. Estávamos descansando até sermos interrompidos por uma gritaria na boate. Uma das drags estava incorporando um espírito. As meninas, desesperadas, tentavam acudí-la. Então preferi ir embora dali .

Enquanto isso no banheiro, duas bichinhas me chupavam caprichosamente, mas qualquer ruído interrompia o ato. Eu como teria uma prova criminal mais evidente, pelo volume de meu pau entumecido, corria para a casinha a qualquer sinal de perigo, e iria para a pia escovar meus dentes, em seguida. Apareceu um tiozinho, que não sabia se era gay ou não, pois só foi mijar, e um cego, que estava meio perdido e se esbarrava em mim e nas paredes, e no entanto fui amigo e cavalheiro, orientando-o e fornecendo ajuda para que ele fizesse uso do banheiro da forma mais rápida possível para que a sacanagem voltasse a acontecer.

Nada atrapalhando, continuou-se a pegação, com uma bichinha muito feia, me chupando, e o moreninho de pé, se masturbando e acariciando minha barriga. Agradeci o carinho do moreninho com um beijo. Novo barulho e corri pra casinha de novo. Precisava gozar depressa e ir embora, do contrário, demoraria demais pra voltar pra casa. Aí lembrei de um outro garoto que fiquei do cinquentinha, mas desta vez, a pegação foi na rua mesmo.

Eu já trocava ideia com meio mundo do tal cinquentinha, inclusive com um rapaz, declaradamente ativo, branquelo, forte, estatura mais baixa que a minha, e que estava a fim de mim. Fomos para a rua de trás, para dar uma mijada (por isso que o centro de São Paulo fede a mijo), e vi que além de ser gostoso, tinha um pau grande e super grosso. É de um pau desses que adoro chupar até dar cãibra na boca! Mas não tinha como fazer nada ali. Então eu abri o zíper da minha calça, ele abriu o dele e colocou o pau dele no buraco da minha calça, roçando aquele torpedo enorme entre minhas pernas. Era uma simulação de sexo incrível, e ele me beijava, me provocava, me fazia propostas sacanas, ele queria me levar pra casa dele pra ele me foder inteiro. Eu resistia, mas eu estava resistindo a mim mesmo, pois estava louco para ser enrabado por um pau tão potente quanto o dele.

Enquanto isso, na casinha, eu acelerava o ritmo da minha punheta, até que gozei, esporrando no vaso sanitário. Depois disso, saí da casinha sem olhar pra trás, exceto para o rapaz que estava no espelho, e sorri para ele, como se eu dissesse: "Você é o próximo!".

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sacanagem à três

Sempre as coisas bacanas acontecem de repente, e mais uma vez aconteceu comigo um dia desses, nessas idas e vindas de nossas vidas.

Certa vez eu fui conferir as novidades da virada cultural. O centro de São Paulo fervilhava de gente e várias atrações haviam espalhadas pela cidade. Depois de curtir algumas atividades artísticas de humor e música, conheci um rapaz muito lindo. Um moreno, forte, lindo, atraente e que me deu bola! Ideia vai, ideia vem, trocamos telefones e selinhos, e nos despedimos. Afinal, quando é muita areia pro caminhão, melhor não levar na primeira viagem. Então eu segui meu caminho. Estava voltando pra casa de metrô quando o meu Gaydar (radar gay, para o leitor incauto), detectou dois rapazes, que também voltavam da virada, porém virados de goró. E eles me viram e se interessaram por um rapaz másculo que dava bandeira para eles, que por acaso seria... eu! Pois é, caro leitor, quando iria descer do vagão, na estação Saúde, eles vieram atrás.

Como sou um gentleman, conversei com eles, nos conhecemos e conhecemos os desejos de uns dos outros para aquela noite. Desejo de sexo, claro! Eles me indicaram seguir a viagem de metrô para a estação Jabaquara, onde poderíamos ter alguma coisa. Mas eles queriam era uma pegação à três no banheiro do supermercado, o que achei muito arriscado. Como dispunha de grana, tive uma ideia melhor e mais privativa: o motel.

Três caras, em um motel. Dois deles jovens, eu o mais velho. E um deles sem RG, para piorar. Mas conseguimos um apê num motel perto dali, mas como pernoite. Mesmo com o preço salgado, a vontade de seguir adiante foi mais alta. Vamos pra sacanagem.

Dos três eu era o único ativo. Um dos garotos estava embriagado ao extremo. Já tratei de despí-lo, pois ele era o mais afoito, e enquanto eu tentava apagar seu fogo no chuveiro, o outro esperava na cama. Sabe quando você está começando a correr, enquanto outro está na correria louca? Pois é, meu estilo de sexo é mais suave, o do cara é mais direto, incisivo, frenético. Claro que depois de um tempo deu vontade de pegar o outro que estava me esperando, na cama.

O garoto parecia saber bem o que estava fazendo, estávamos nós dois na mesma pegada. Ele me beijava, me acariciava, me chupava de forma sinuosa e ritmada, de forma suave e prazerosa, me deixando acesso, na medida certa. Mas o outro queria um sexo selvagem, frenético, e isso o deixou furioso, pois queria foder, e seu amigo empatava a foda a seu favor.

Irritado, o cara tratou de se arrumar e ir embora, mas eu não deixei. O agarrei por trás, mordisquei sua nuca, beijei sua boca, arremessei na cama, abaixei sua calça e enfiei com tudo o meu pau naquela bundinha gulosa, morena e perfeitinha. Enquanto eu fodia ele com vontade, eu agarrava ele pelo pescoço, e dizia a ele putarias. O outro seria o próximo. Eu me virei de frente e o amigo do que eu fodi antes sentou no meu pau. Que cuzinho gostoso. Não tive nenhuma dificuldade em penetrar o meu cacete naquele cuzinho, que sentava devagar, até a metade aumentando o ritmo até eu gozar.

Após trocarmos telefones, somente o mais afoito me procurou novamente, desta vez sóbrio.

Transamos de novo, desta vez usando de diversas das minhas armas: banho, preliminares, sexo oral, meia-nove e depois várias posições de sexo, ele totalmente passivo, recebendo minha piroca de tudo quanto era jeito.

Caralho, transar a três é louco mesmo!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Like the seventies

Imagine uma situação dessas. Cá estou eu na caça de umas sacanagens, e o máximo que ocorrera naquela noite foi encontrar um quarentão enxuto, o qual batemos muito papo (mas que não rolou nada além disso). Imaginei que a noite seria poerdida, porém, há certos momentos repentinos que as coisas mudam completamente...

Eis que no meu caminho para casa, cruzei com um ciclista, também quarentão. Era uma cena típica de filmes pornô vintage (da Falcon), mas que pude vivenciar em 2014. Vi que o cara estava de olho, no meio do caminho parei, olhei, ele foi e voltou com a bicicleta, e finalmente começamos a conversar. Era cerca de 10 e meia da noite e o local onde estávamos era meio ermo. Vi que o cara estava a fim, estava visivelmente excitado, e eu também fiquei. Tinha uma certa curiosidade, sem contar que fazia muito tempo que não dava uma.

Fomos a um local mais escondido. Havia uma mata alí perto, e nós fomos para lá. Já saquei pra fora o meu pau e ele caiu de boca engolindo tudo. Senti a garganta do cara com o meu pau. Ele também sacou o dele pra fora. Achei interessante o elástico que tensionava o pau e as bolas dele. Também o chupei, mas com a minha técnica excitante de acariciar com a língua. Mas eu também engoli tudo. Estávamos num tesão voraz. Ele me chupava e enquanto isso eu acariciava o seu cuzinho com meus dedos. Ele me lambia, me cuspia, me beijava da forma mais sacana possível. Toda vez que eu o chupava, eu enfiava um dedo, depois dois, chegou a ser três dedos no rabo do sujeito, que urrava, gemia, pedia mais e mais.

Depois de um tempo de dedadas, chupadas e tals, ele ofereceu seu cuzinho para mim. Mas que bunda gulosa e gostosa de fuder. Fomos para um outro local para que pudesse comer aquela bundinha, e eu coloquei bem devagar o meu pau naquele cuzinho guloso. Ele urrava de prazer, mexia aquela bunda e eu enfiando rápido, mas sem colocar tudo (de vez em quando eu socava o pau inteiro nele). Eu fui moleque, fui malvado e sacana. Tirava o pau do cuzinho dele, e ele já se virava para chupá-lo. Ele estava numa voracidade, mas eu tb estava. Fui intenso pra caralho. Eu tirava o pau, e colocava ne novo na bunda dele. Ele dizia: "Caralho, como você fode gostoso!", e eu sentando a vara no seu cuzinho.

Não mais que de repente, surgiu do mato um cara, um mendigo que morava por alí, mas o cara estava só de passagem e não incomodou, o cara deu um cigarro pro mendigo e ele foi embora. Continuamos. Como a passagem do mendigo baixou um pouco a quentura, tive que ser estimulado um pouco mais. O cara me chupou e mesmo com o meu pau meia-bomba, voltei a comê-lo. Engraçado como ele perguntava se eu iria gozar, e eu dizendo "Ainda não". Mas eu depois de umas bombadas eu gozei e ele lambeu toda a porra do meu pau. Depois ele gozou, esporrou tão longe que vi que o seu tesão foi maior que o meu. Que trepada louca, que foda!

Nem trocamos telefones, só descobrimos nossos nomes depois que nos despedimos. Fui embora, pra casa, tomar um banho, me deitar, e bater uma, como se nada disso tivesse ocorrido.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Aprendiz de feiticeiro

Cara, eu posso não ser um boy magya, mas eu me garanto, modéstia a parte. Mas claro que não aprendi o que sei sobre sexo sozinho. Sou um eterno aprendiz de feiticeiro. Até mesmo nas brochadas a gente tem que aprender um pouquinho, hehehehehe... Mas muito do que sei sobre sexo, sexualidade e tals aprendi com outras pessoas, compartilhando intimidades com o mundo. Até mesmo com os virgens a gente aprende, basta tirar lições da escola da vida, e de todas as experiências que podemos viver nelas.

Mas eu devo muito do que sei na cama a um cara que me pegava de jeito. Na boa, o cara manjava, e o mais incrível disso tudo é que o desgraçado é Hetero! Isso mesmo, hetero, mas não tinha a menor frescura em transar comigo e sempre que podíamos, fazíamos muitas sacanagens em seu barraco.
Ele gostava da minha chupada. Nossa, ele me indicava os caminhos para o boquete bem feito. Use a língua, não os dentes, acaricie, vá devagar, suba, desça, engole tudo (até engasgava, e até hoje engasgo), lambe as bolas, a virilha, mordisque as coxas, passe a mão no peito, no abdômen, belisque os mamilos, demonstre voracidade, mama me olhando, acompanhe meu ritmo, acelere quando estiver para gozar, que tesão...

Ele comigo era só ativo. No começo ele me colocava de bruços, deitado na cama. Esta é uma posição bastante confortável para principiantes, por incrível que possa parecer. O segredo de dar a bunda é a entrega. Se você não estiver com tesão, você não relaxa e fica tudo mais difícil. Tenso você contrai o esfíncter e dói pra caralho. Chega a doer todo o estômago, costas, abdômen; uma dor insuportável. Mas ele tinha paciência. Sabia que se chegar com jeito, rola uma foda gostosa. Não adianta falar "relaxa", pois não relaxa, você precisa extrair o tesão do cara. Fazer o cara curtir, ou pegá-lo de surpresa.

Com esse cara cheguei uma vez ao orgasmo dando a bunda sem se masturbar. O jato de porra saiu do meu pau do nada, enquanto ele me comia bem devagar. Ele me fez a posição frango assado, mas em vez de penetrar com força como de costume, ele só colocou metade do pau, e ficou lentamente penetrando da cabeça até a metade. Delirava, pois não sentia mais dor, e sim um prazer imenso, como nunca tinha sentido na vida. Cientificamente isso é possível, pois minha próstata estava sendo estimulada da melhor forma possível, com contato indolor e suave.

Ele também me colocava para cavalgar. Ele sentava ou deitava na cama e eu sentava em cima do pau dele. Às vezes, eu deitava. Foram várias posições: em pé, de lado, de quatro. O cara entendia que as variações de posição davam mais alternativas, apimentavam as relações sexuais.

O mais interessante, porém é que, depois de um tempo, ele também passou a fazer algumas coisas em mim. Uma vez, fizemos um 69. Ele me chupou enquanto eu o chupava, e passou a deixar que eu fizesse beijo grego nele. Pra quem não conhece, beijo grego é a popular cunete, eu dei uma linguada no cuzinho dele. Ele curtia, e fizemos isso muitas vezes, até que um dia ele topou dar o cuzinho para mim. Foi um desastre. Eu, afoito demais, tentei colocar com tudo e ele não curtiu, perdeu o tesão e me mandou embora.

Certa vez estávamos eu, ele e um outro cara, que também já tinha feito uma sacanagem. Rolou um sexo a três. Primeiro eu chupei um cara, depois o outro. Dei para um cara, depois para o outro e enquando dava para um, chupava o outro. Nunca havia satisfeito dois caras ao mesmo tempo. Foi louco...

O cara hoje é casado. Tem filhos, esposa, virou passado, virou lembrança. Mas quase tudo o que passei com ele, aprendi e aplico em meus 'amantes'. Recebo muitos elogios pelo meu desempenho sexual, e muito acontece pois na transa precisamos ser compreensivos e solidários. Se o cara quer ter prezer, por quê não proporcionar isso a ele? Devemos ser também progressivos. Comecemos do começo e depois vamos avançando aos poucos. Variar, entender, buscar algo que traga a ambos a satisfação. E além disso, se cuidar, né? Exercícios, alimentação e transar sempre com camisinha.
Tudo isso para uma vida longa de prazer e luxúria... ;)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Sonho de jogar futebol

Sempre gostei desde pequeno de futebol. Ouvia os jogos no rádio, via pela TV. Vibrava, gritava, sonhava em ser jogador de futebol. Eu comecei tarde a jogar bola, quando tinha uns 11 anos, brincava na rua com meus vizinhos. Jogava na escola, não sendo lá essas coisas, mas me esforçava para jogar bem. Comecei então a jogar em um campo de várzea, em um treino, uma escolinha de futebol aos 13 anos de idade. Naquela época eu já começava a sentir que era diferente, que sentia uma certa atração por outros meninos até que um dia...
Era um dia chuvoso, uma quinta-feira de setembro de 1995. Choveu naquele dia, de praxe, o treinador encerrou o treino cedo, mas permitiu que nós continuássemos jogando bola. Eu estava indo embora, mas fui ao vestiário, tirar a sujeira do tênis e resenhar com os moleques, mas só havia um, um ano mais velho, tomando banho. Enquanto ele tomava banho, nós conversávamos, e daí veio a proposta...
Ele me pediu que eu chupasse seu pau. Curiosidade era grande, mas o garoto era atraente, morava em uma favela perto dalí. Eu tinha apenas treze anos e eu começava a conhecer o mundo do sexo, por conversas com colegas, revistas de sacanagem, conhecia a masturbação, o prazer sexual e o primeiro orgasmo havia tido em uma noite de carnaval, meses antes. Eu não sabia bem o que queria, mas eu tinha algo em mente de experimentar, que sabedoria era a arte de experimentar (depois de um tempo eu saberia que não era bem assim), e resolvi topar. Me abaixei e eu abocanhei aquilo. Como não sabia o que fazer, eu levei ao pé da letra, mas nem tudo foram flores naquela tarde...
Fomos surpreendidos. Naquele ato, um colega meu de treino e da escola entrou no vestiário, e me pegou no flagra. Passou um baita sermão, falando que eu deveria ter experimentado uma mulher antes para fazer isso. Ao cara, surpreendentemente não disse nada. Um baita machismo desde a puberdade. A atividade parou alí. O colega meu se foi, mas o que me fez a proposta ficou e me propôs a ir a um outro lugar para terminar o que começamos.
O problema é que colocou um outro garoto no circuito para ir junto para um local próximo, atrás de uma biblioteca. Daí rolou mais um pouco de pegada. Eu o chupei como se devia, ele quase me comeu, e o garotinho que não devia ter uns 10 anos queria brincar também. Queria que eu chupasse ele também, mas eu não quis. Não tinha os requisitos anatômicos para ser considerado atraente para o sexo. Enquanto isso eu me masturbava e finalmente gozamos. Pela primeira vez senti o gosto amargo da porra alheia.
Voltei para casa, com um sentimento paradoxal. Sentia o regozijo da experiência, mas o arrependimento da imoralidade que havia praticado. Estranhamente eu fui para casa e me masturbei pensando no que fiz. Senti prazer, mas com peso na consciência. Eu realmente não sabia o que sentia, mas o entendimento que recebi das pessoas era que ser gay era errado, era uma aberração. E esse peso carreguei resignado por muito tempo.
Aquela expreiência trouxe também o que é a dor do preconceito. Fui surpreendido novamente pois o cara que me flagrou contou aos meus colegas e a notícia se espalhou. Perguntaram a mim e desmenti, mas o cara jogo na minha cara: "Eu vi o que você fez!". Tive que encobrir a verdade com uma série de mentiras. Primeiro que era mentira, depois que fui forçado a fazer. Mas eu sentia um desejo, e este desejo tinha que colocar para fora de alguma forma.
Foi minha primeira experiência sexual. Um sexo oral em um vestiário de campo de futebol. Outras histórias vieram, inclusive com futebol. E vou contar a vocês.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Locais públicos, desejos privados

Eu fico P da vida com os filhos da puta dos tiozinhos escrotos dos banheiros públicos. Em todos os sentidos e de todos os tipos, dos cretinos moralistas aos viados enrustidos. Hoje eu vi um desses idiotas. Parecia um nóia pedindo baseado, desajeitado, andando de um lado pro outro, de mictório em mictório, balançando aquele pau murcho...

E entendo que sexo é a arte do inusitado. Do esconder e do mostrar nas horas certas, de usar códigos, fetiches e até algumas estripulias... A loucura e o atrevimento, quando usados na dose certa, são espetaculares, mas quando se usa de um mesmo expediente sempre, acaba se tornando vulgar, inóquo e até nojento.

Esses tiozinhos são geralmente pessoas mal-resolvidas que buscam sexo a qualquer custo. Tem algumas bichinhas que caem na deles, por curiosidade ou carência ou sei lá. O que sei é que os caras não tem medo de bancar o ridículo por um mela-cueca...

Agora há pouco estive no banheiro de uma estação de trem. Tinha uns carinhas que estavam na punhetinha básica, mas o tiozinho baixinho tinha que estragar tudo. Haviam três mictórios e estávamos bastante discretos, eu e outros dois caras. O tiozinho queria participar de qualquer jeito e ficou batendo uma no corredor atrás de mim. Fiquei puto! Os malucos também não curtiram e foram embora, cada um pro seu canto... Fiquei na punheta mal-dada, por culpa de um imbecil que queria entrar onde não podia...

Na boa, não tô generalizando... Falo dos tiozinhos viados escrotos. Claro que pra muito moleque já sou tio, mas não fico zuando a sacanagem alheia. Até porque a discrição é a alma do negócio e nisso, modéstia à parte, eu entendo do riscado

Foi domingo. Precisava acordar cedo, mas o muleke me chamou. Já tinha falado abertamente sobre minha sexualidade e ele até revelou que toparia fazer. Por dinheiro. A pretexto de arrumar alguma coisa no PC dele fomos pra casa dele... Subimos para o quarto, mas depois descemos e fiz aquele babão... Ele pediu que eu fizesse nele uma cunete... Que delícia de cuzinho pra meter a linguada... Ele adorava... Ele quis me comer, mas não deixei... No pêlo não vira... O muleke não conseguia gozar e eu já tinha melado minha bermuda fazia tempo: muito gostoso, pau grande e não muito grosso... Perfeito para uma enrabada... com camisinha e lubrificante, claro! Só espero ter replay, pra quem sabe uma trepada completa!

Ontem também tive problemas com tiozinho escroto no banheiro da estação de trem. Um gordo de boné que, puta que pariu, não sabia se entrava na privada do deficiente, na pia pra lavar a mão ou no mictório para manjar a rola dos caras... Isso me irritou muito! O cara não tem simancol? Aliás, nenhum desses tiozinhos escrotos tem senso do ridículo nem percebem que o nível de atração física e sexual beira o ZERO!? Certamente devem ser casados, pois nenhum tem aparência de gay. Não tiveram a coragem de assumir sua sexualidade na juventude e tiveram que se casar para atender aos padrões da machista sociedade conservadora e hipócrita que tentavam, inutilmente, se encaixar. Agora tentam "recuperar o tempo perdido", buscando na privacidade dos banheiros, revelar seu arrependimento. Todos os gays assumidos da idade deles são muito melhor cuidados e bem-resolvidos, até casados com outros caras eles são!

Estava pensando se eu chegasse a esse nível de carência. Eu me jogaria da ponte. Mas na boa, pensei melhor. Vou cuidar de mim para que alguém me curta e me ame até que eu morra, pois quem se ama é amável por todos.

E por falar em amável, eu transei com um cara que conheci nas minhas andanças. Foi na casa dele e estava me esperando de cueca... Delicioso, pausudo e passivo! Era tudo que eu precisava... Chupei-o avidamente e o comi com carinho só pra ele gozar com meu estilo de enrabar. Foi o melhor exercício que tive, incluindo a malhação na academia, 3 quilômetros de esteira e uma caminhada longa até em casa...

Nossa! Escrevi pra caralho agora! Escrevo mais depois... Fui!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Todo mundo quer me comer…

Nas últimas trepadas que tive, o pessoal quis me fazer, a louca… rs Tudo bem que eu topo tudo, mas algo deve estar errado nesta história. Talvez seja por causa do meu corpo que agora está melhor definido (afinal, 9 meses de academia fizeram um efeito e tanto) e minha bunda está mais apetitosa (?) ou porque seja um cara muito sensual (modéstia a parte, ninguém reclamou até hoje do meu desempenho sexual e também por causa do vigor físico, que tem melhorado bastante).

Mas só dar é ruim. Principalmente para mim que tenho um certo trauma de dar. Tudo isso por causa de um filho da puta que me fodeu pra valer, sem dó e nem piedade, me machucando, a ponto de ficar anos sem ser passivo. Mas agora, que estou parcialmente superado disso, acredito que o negócio é fazer direitinho pra não me foder de novo, literalmente. Não tenho crise quanto ao que faço na cama, mas sou versátil, e quero transar com versáteis.