quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sem espaço, nem tempo

Há momentos em que lembramos de outros em uma espécie de Deja Vù, onde temos vivenciado uma sensação análoga antes.

Lembro-me ao entrar no banheiro da estação de quando eu frequentava o cinquentinha há uns 8, 10 anos atrás, que era uma barraca de cachorro-quente e bebidas na Praça da República, ao qual conheci casualmente em uma de minhas muitas andanças em manhãs de sábado pelo centro de São Paulo, após o trabalho.

Lá conheci alguns caras gays de variados tipos, aos quais fiz amizade, e outros rolaram algumas loucuras também. Ao lembrar dessas loucuras, me deparo no mictório do banheiro uma pequena pegação. Um rapaz chupava outro, e com a minha chegada, tomou um susto. Mas ao meu ver fazendo sinal de tudo bem logo reconheceu e se familiarizou com meu rosto. Ele já me conhecia. Enquanto eu ia na casinha, me masturbava lembrando de uma dessas histórias loucas que aconteceram na República.

Em uma dessas histórias, um rapaz que fazia transformismo já chegou chegando e propôs que eu fosse na casa dele, uma boate desativada da região do Arouche, ali perto. Haviam outras transformistas e drags morando por lá, mas fomos para um local que teríamos mais privacidade.

Era um camarim, com uma cama de solteiro velha. Apesar de ser feminino nos trejeitos, seu corpo masculino, magro, franzino, me excitava demais. Ele me despiu, me beijou e começou a me chupar, de forma delicada e carinhosa. Era uma chupada que, caralho, fico de pau duro só de lembrar.

Como estava ficando com tesão na casinha e não faltavam garotos que quisessem me atender, saí da casinha e vi na pia um rapaz que estava me olhando pelo reflexo do espelho. Sorri. Mas outro garoto, vindo do mictório, me chamava pra ir brincar com ele. Esse garoto era o que me reconheceu e tinha me chupado outra vez no mesmo lugar (geralmente são quase as mesmas pessoas que frequentam esses banheiros) e era do jeito que gosto: magros, morenos, pintudos, sarados e passivos. E me lembrei de novo do jovem transformista da República.

Também era moreno, mas mais branquelo, tinha um pau um pouco menor que o cara do banheiro, mas bonito e gostoso de chupar. Não resisti em retribuir o favor ao belo garoto que escondia sua sensualidade em roupas femininas.

Estava com tanto tesão que quase dei a bunda para o garoto, mas ele segurou minha onda, tanto que não quis me dar a bunda dele também. Ficamos nesta brincadeira gostosa até gozarmos juntos. Estávamos descansando até sermos interrompidos por uma gritaria na boate. Uma das drags estava incorporando um espírito. As meninas, desesperadas, tentavam acudí-la. Então preferi ir embora dali .

Enquanto isso no banheiro, duas bichinhas me chupavam caprichosamente, mas qualquer ruído interrompia o ato. Eu como teria uma prova criminal mais evidente, pelo volume de meu pau entumecido, corria para a casinha a qualquer sinal de perigo, e iria para a pia escovar meus dentes, em seguida. Apareceu um tiozinho, que não sabia se era gay ou não, pois só foi mijar, e um cego, que estava meio perdido e se esbarrava em mim e nas paredes, e no entanto fui amigo e cavalheiro, orientando-o e fornecendo ajuda para que ele fizesse uso do banheiro da forma mais rápida possível para que a sacanagem voltasse a acontecer.

Nada atrapalhando, continuou-se a pegação, com uma bichinha muito feia, me chupando, e o moreninho de pé, se masturbando e acariciando minha barriga. Agradeci o carinho do moreninho com um beijo. Novo barulho e corri pra casinha de novo. Precisava gozar depressa e ir embora, do contrário, demoraria demais pra voltar pra casa. Aí lembrei de um outro garoto que fiquei do cinquentinha, mas desta vez, a pegação foi na rua mesmo.

Eu já trocava ideia com meio mundo do tal cinquentinha, inclusive com um rapaz, declaradamente ativo, branquelo, forte, estatura mais baixa que a minha, e que estava a fim de mim. Fomos para a rua de trás, para dar uma mijada (por isso que o centro de São Paulo fede a mijo), e vi que além de ser gostoso, tinha um pau grande e super grosso. É de um pau desses que adoro chupar até dar cãibra na boca! Mas não tinha como fazer nada ali. Então eu abri o zíper da minha calça, ele abriu o dele e colocou o pau dele no buraco da minha calça, roçando aquele torpedo enorme entre minhas pernas. Era uma simulação de sexo incrível, e ele me beijava, me provocava, me fazia propostas sacanas, ele queria me levar pra casa dele pra ele me foder inteiro. Eu resistia, mas eu estava resistindo a mim mesmo, pois estava louco para ser enrabado por um pau tão potente quanto o dele.

Enquanto isso, na casinha, eu acelerava o ritmo da minha punheta, até que gozei, esporrando no vaso sanitário. Depois disso, saí da casinha sem olhar pra trás, exceto para o rapaz que estava no espelho, e sorri para ele, como se eu dissesse: "Você é o próximo!".

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sacanagem à três

Sempre as coisas bacanas acontecem de repente, e mais uma vez aconteceu comigo um dia desses, nessas idas e vindas de nossas vidas.

Certa vez eu fui conferir as novidades da virada cultural. O centro de São Paulo fervilhava de gente e várias atrações haviam espalhadas pela cidade. Depois de curtir algumas atividades artísticas de humor e música, conheci um rapaz muito lindo. Um moreno, forte, lindo, atraente e que me deu bola! Ideia vai, ideia vem, trocamos telefones e selinhos, e nos despedimos. Afinal, quando é muita areia pro caminhão, melhor não levar na primeira viagem. Então eu segui meu caminho. Estava voltando pra casa de metrô quando o meu Gaydar (radar gay, para o leitor incauto), detectou dois rapazes, que também voltavam da virada, porém virados de goró. E eles me viram e se interessaram por um rapaz másculo que dava bandeira para eles, que por acaso seria... eu! Pois é, caro leitor, quando iria descer do vagão, na estação Saúde, eles vieram atrás.

Como sou um gentleman, conversei com eles, nos conhecemos e conhecemos os desejos de uns dos outros para aquela noite. Desejo de sexo, claro! Eles me indicaram seguir a viagem de metrô para a estação Jabaquara, onde poderíamos ter alguma coisa. Mas eles queriam era uma pegação à três no banheiro do supermercado, o que achei muito arriscado. Como dispunha de grana, tive uma ideia melhor e mais privativa: o motel.

Três caras, em um motel. Dois deles jovens, eu o mais velho. E um deles sem RG, para piorar. Mas conseguimos um apê num motel perto dali, mas como pernoite. Mesmo com o preço salgado, a vontade de seguir adiante foi mais alta. Vamos pra sacanagem.

Dos três eu era o único ativo. Um dos garotos estava embriagado ao extremo. Já tratei de despí-lo, pois ele era o mais afoito, e enquanto eu tentava apagar seu fogo no chuveiro, o outro esperava na cama. Sabe quando você está começando a correr, enquanto outro está na correria louca? Pois é, meu estilo de sexo é mais suave, o do cara é mais direto, incisivo, frenético. Claro que depois de um tempo deu vontade de pegar o outro que estava me esperando, na cama.

O garoto parecia saber bem o que estava fazendo, estávamos nós dois na mesma pegada. Ele me beijava, me acariciava, me chupava de forma sinuosa e ritmada, de forma suave e prazerosa, me deixando acesso, na medida certa. Mas o outro queria um sexo selvagem, frenético, e isso o deixou furioso, pois queria foder, e seu amigo empatava a foda a seu favor.

Irritado, o cara tratou de se arrumar e ir embora, mas eu não deixei. O agarrei por trás, mordisquei sua nuca, beijei sua boca, arremessei na cama, abaixei sua calça e enfiei com tudo o meu pau naquela bundinha gulosa, morena e perfeitinha. Enquanto eu fodia ele com vontade, eu agarrava ele pelo pescoço, e dizia a ele putarias. O outro seria o próximo. Eu me virei de frente e o amigo do que eu fodi antes sentou no meu pau. Que cuzinho gostoso. Não tive nenhuma dificuldade em penetrar o meu cacete naquele cuzinho, que sentava devagar, até a metade aumentando o ritmo até eu gozar.

Após trocarmos telefones, somente o mais afoito me procurou novamente, desta vez sóbrio.

Transamos de novo, desta vez usando de diversas das minhas armas: banho, preliminares, sexo oral, meia-nove e depois várias posições de sexo, ele totalmente passivo, recebendo minha piroca de tudo quanto era jeito.

Caralho, transar a três é louco mesmo!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Like the seventies

Imagine uma situação dessas. Cá estou eu na caça de umas sacanagens, e o máximo que ocorrera naquela noite foi encontrar um quarentão enxuto, o qual batemos muito papo (mas que não rolou nada além disso). Imaginei que a noite seria poerdida, porém, há certos momentos repentinos que as coisas mudam completamente...

Eis que no meu caminho para casa, cruzei com um ciclista, também quarentão. Era uma cena típica de filmes pornô vintage (da Falcon), mas que pude vivenciar em 2014. Vi que o cara estava de olho, no meio do caminho parei, olhei, ele foi e voltou com a bicicleta, e finalmente começamos a conversar. Era cerca de 10 e meia da noite e o local onde estávamos era meio ermo. Vi que o cara estava a fim, estava visivelmente excitado, e eu também fiquei. Tinha uma certa curiosidade, sem contar que fazia muito tempo que não dava uma.

Fomos a um local mais escondido. Havia uma mata alí perto, e nós fomos para lá. Já saquei pra fora o meu pau e ele caiu de boca engolindo tudo. Senti a garganta do cara com o meu pau. Ele também sacou o dele pra fora. Achei interessante o elástico que tensionava o pau e as bolas dele. Também o chupei, mas com a minha técnica excitante de acariciar com a língua. Mas eu também engoli tudo. Estávamos num tesão voraz. Ele me chupava e enquanto isso eu acariciava o seu cuzinho com meus dedos. Ele me lambia, me cuspia, me beijava da forma mais sacana possível. Toda vez que eu o chupava, eu enfiava um dedo, depois dois, chegou a ser três dedos no rabo do sujeito, que urrava, gemia, pedia mais e mais.

Depois de um tempo de dedadas, chupadas e tals, ele ofereceu seu cuzinho para mim. Mas que bunda gulosa e gostosa de fuder. Fomos para um outro local para que pudesse comer aquela bundinha, e eu coloquei bem devagar o meu pau naquele cuzinho guloso. Ele urrava de prazer, mexia aquela bunda e eu enfiando rápido, mas sem colocar tudo (de vez em quando eu socava o pau inteiro nele). Eu fui moleque, fui malvado e sacana. Tirava o pau do cuzinho dele, e ele já se virava para chupá-lo. Ele estava numa voracidade, mas eu tb estava. Fui intenso pra caralho. Eu tirava o pau, e colocava ne novo na bunda dele. Ele dizia: "Caralho, como você fode gostoso!", e eu sentando a vara no seu cuzinho.

Não mais que de repente, surgiu do mato um cara, um mendigo que morava por alí, mas o cara estava só de passagem e não incomodou, o cara deu um cigarro pro mendigo e ele foi embora. Continuamos. Como a passagem do mendigo baixou um pouco a quentura, tive que ser estimulado um pouco mais. O cara me chupou e mesmo com o meu pau meia-bomba, voltei a comê-lo. Engraçado como ele perguntava se eu iria gozar, e eu dizendo "Ainda não". Mas eu depois de umas bombadas eu gozei e ele lambeu toda a porra do meu pau. Depois ele gozou, esporrou tão longe que vi que o seu tesão foi maior que o meu. Que trepada louca, que foda!

Nem trocamos telefones, só descobrimos nossos nomes depois que nos despedimos. Fui embora, pra casa, tomar um banho, me deitar, e bater uma, como se nada disso tivesse ocorrido.