segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Like the seventies

Imagine uma situação dessas. Cá estou eu na caça de umas sacanagens, e o máximo que ocorrera naquela noite foi encontrar um quarentão enxuto, o qual batemos muito papo (mas que não rolou nada além disso). Imaginei que a noite seria poerdida, porém, há certos momentos repentinos que as coisas mudam completamente...

Eis que no meu caminho para casa, cruzei com um ciclista, também quarentão. Era uma cena típica de filmes pornô vintage (da Falcon), mas que pude vivenciar em 2014. Vi que o cara estava de olho, no meio do caminho parei, olhei, ele foi e voltou com a bicicleta, e finalmente começamos a conversar. Era cerca de 10 e meia da noite e o local onde estávamos era meio ermo. Vi que o cara estava a fim, estava visivelmente excitado, e eu também fiquei. Tinha uma certa curiosidade, sem contar que fazia muito tempo que não dava uma.

Fomos a um local mais escondido. Havia uma mata alí perto, e nós fomos para lá. Já saquei pra fora o meu pau e ele caiu de boca engolindo tudo. Senti a garganta do cara com o meu pau. Ele também sacou o dele pra fora. Achei interessante o elástico que tensionava o pau e as bolas dele. Também o chupei, mas com a minha técnica excitante de acariciar com a língua. Mas eu também engoli tudo. Estávamos num tesão voraz. Ele me chupava e enquanto isso eu acariciava o seu cuzinho com meus dedos. Ele me lambia, me cuspia, me beijava da forma mais sacana possível. Toda vez que eu o chupava, eu enfiava um dedo, depois dois, chegou a ser três dedos no rabo do sujeito, que urrava, gemia, pedia mais e mais.

Depois de um tempo de dedadas, chupadas e tals, ele ofereceu seu cuzinho para mim. Mas que bunda gulosa e gostosa de fuder. Fomos para um outro local para que pudesse comer aquela bundinha, e eu coloquei bem devagar o meu pau naquele cuzinho guloso. Ele urrava de prazer, mexia aquela bunda e eu enfiando rápido, mas sem colocar tudo (de vez em quando eu socava o pau inteiro nele). Eu fui moleque, fui malvado e sacana. Tirava o pau do cuzinho dele, e ele já se virava para chupá-lo. Ele estava numa voracidade, mas eu tb estava. Fui intenso pra caralho. Eu tirava o pau, e colocava ne novo na bunda dele. Ele dizia: "Caralho, como você fode gostoso!", e eu sentando a vara no seu cuzinho.

Não mais que de repente, surgiu do mato um cara, um mendigo que morava por alí, mas o cara estava só de passagem e não incomodou, o cara deu um cigarro pro mendigo e ele foi embora. Continuamos. Como a passagem do mendigo baixou um pouco a quentura, tive que ser estimulado um pouco mais. O cara me chupou e mesmo com o meu pau meia-bomba, voltei a comê-lo. Engraçado como ele perguntava se eu iria gozar, e eu dizendo "Ainda não". Mas eu depois de umas bombadas eu gozei e ele lambeu toda a porra do meu pau. Depois ele gozou, esporrou tão longe que vi que o seu tesão foi maior que o meu. Que trepada louca, que foda!

Nem trocamos telefones, só descobrimos nossos nomes depois que nos despedimos. Fui embora, pra casa, tomar um banho, me deitar, e bater uma, como se nada disso tivesse ocorrido.

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