quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Locais públicos, desejos privados

Eu fico P da vida com os filhos da puta dos tiozinhos escrotos dos banheiros públicos. Em todos os sentidos e de todos os tipos, dos cretinos moralistas aos viados enrustidos. Hoje eu vi um desses idiotas. Parecia um nóia pedindo baseado, desajeitado, andando de um lado pro outro, de mictório em mictório, balançando aquele pau murcho...

E entendo que sexo é a arte do inusitado. Do esconder e do mostrar nas horas certas, de usar códigos, fetiches e até algumas estripulias... A loucura e o atrevimento, quando usados na dose certa, são espetaculares, mas quando se usa de um mesmo expediente sempre, acaba se tornando vulgar, inóquo e até nojento.

Esses tiozinhos são geralmente pessoas mal-resolvidas que buscam sexo a qualquer custo. Tem algumas bichinhas que caem na deles, por curiosidade ou carência ou sei lá. O que sei é que os caras não tem medo de bancar o ridículo por um mela-cueca...

Agora há pouco estive no banheiro de uma estação de trem. Tinha uns carinhas que estavam na punhetinha básica, mas o tiozinho baixinho tinha que estragar tudo. Haviam três mictórios e estávamos bastante discretos, eu e outros dois caras. O tiozinho queria participar de qualquer jeito e ficou batendo uma no corredor atrás de mim. Fiquei puto! Os malucos também não curtiram e foram embora, cada um pro seu canto... Fiquei na punheta mal-dada, por culpa de um imbecil que queria entrar onde não podia...

Na boa, não tô generalizando... Falo dos tiozinhos viados escrotos. Claro que pra muito moleque já sou tio, mas não fico zuando a sacanagem alheia. Até porque a discrição é a alma do negócio e nisso, modéstia à parte, eu entendo do riscado

Foi domingo. Precisava acordar cedo, mas o muleke me chamou. Já tinha falado abertamente sobre minha sexualidade e ele até revelou que toparia fazer. Por dinheiro. A pretexto de arrumar alguma coisa no PC dele fomos pra casa dele... Subimos para o quarto, mas depois descemos e fiz aquele babão... Ele pediu que eu fizesse nele uma cunete... Que delícia de cuzinho pra meter a linguada... Ele adorava... Ele quis me comer, mas não deixei... No pêlo não vira... O muleke não conseguia gozar e eu já tinha melado minha bermuda fazia tempo: muito gostoso, pau grande e não muito grosso... Perfeito para uma enrabada... com camisinha e lubrificante, claro! Só espero ter replay, pra quem sabe uma trepada completa!

Ontem também tive problemas com tiozinho escroto no banheiro da estação de trem. Um gordo de boné que, puta que pariu, não sabia se entrava na privada do deficiente, na pia pra lavar a mão ou no mictório para manjar a rola dos caras... Isso me irritou muito! O cara não tem simancol? Aliás, nenhum desses tiozinhos escrotos tem senso do ridículo nem percebem que o nível de atração física e sexual beira o ZERO!? Certamente devem ser casados, pois nenhum tem aparência de gay. Não tiveram a coragem de assumir sua sexualidade na juventude e tiveram que se casar para atender aos padrões da machista sociedade conservadora e hipócrita que tentavam, inutilmente, se encaixar. Agora tentam "recuperar o tempo perdido", buscando na privacidade dos banheiros, revelar seu arrependimento. Todos os gays assumidos da idade deles são muito melhor cuidados e bem-resolvidos, até casados com outros caras eles são!

Estava pensando se eu chegasse a esse nível de carência. Eu me jogaria da ponte. Mas na boa, pensei melhor. Vou cuidar de mim para que alguém me curta e me ame até que eu morra, pois quem se ama é amável por todos.

E por falar em amável, eu transei com um cara que conheci nas minhas andanças. Foi na casa dele e estava me esperando de cueca... Delicioso, pausudo e passivo! Era tudo que eu precisava... Chupei-o avidamente e o comi com carinho só pra ele gozar com meu estilo de enrabar. Foi o melhor exercício que tive, incluindo a malhação na academia, 3 quilômetros de esteira e uma caminhada longa até em casa...

Nossa! Escrevi pra caralho agora! Escrevo mais depois... Fui!