Confesso que transar no carro não é muito confortável, sem contar que ou é preciso muita habilidade corporal para inventar posições, ou que há limitações grandes onde o prazer é limitado.
Claro que nem sempre falta de variações significa falta de tesão. Mesmo uma única posição, quando bem executada, vale pela transa inteira. Então vamos liberar nossa libido e curtir o bom do sexo, mesmo que em tons monocromáticos.
Em duas ocasiões eu curti muito fazer um sexo dentro do carro. Foram ocasiões diferentes, mas com uma lembrança vívida e marcante.
O primeiro caso que vou contar é de um gentleman. Combinamos de sair e marcamos um ponto de encontro, onde ele me apanharia de carro. Fomos para o autorama. Era o estacionamento do Parque do Ibirapuera. Conversamos, nos beijamos, curtimos um pouco o momento no carro. Mas não nos sentimos muito a vontade, pela entrada e saída de carros e pessoas. Então decidimos sair dali. Fomos para uma pracinha perto de algum lugar, que era pouco frequentado e próximo a condomínios. Foi ali que nos soltamos. As carícias foram se tornando mais intensos e os beijos mais lascivos. Foi então que eu não resisti e abri a calça do rapaz para acariciar seu belo pau com minha boca de veludo. Seus gemidos contidos, mas sonoros, me inspiravam a ser mais e mais carinhoso e intenso em meu ato de chupar seu cacete em riste, mas eu pedi que ele pudesse retribuir o favor. Uma pena ele ter se negado, pois eu estava em um total tesão enorme e meu pau não cabia mais na bermuda. Mas ele compensou com uma deliciosa punheta, onde eu ficava com vontade de ir muito além. Mas havia um pequeno movimento na praça, além de um carro, parado e com vidros embaçados chamavam a atenção. Entre esses movimentos eu queria fazer meu gentleman gozar. Chupei o cara até ele urrar de prazer e gozar na minha boca.
A outra vez foi com outro rapaz muito legal e gostoso. Eu estava à toa em casa, quando nos falamos pelo WhatsApp. Ele sabia que eu era um safado, mas também estava muito a fim de safadeza. Combinamos de ele me buscar em casa. Nos encontramos e fomos para uma rua sem luz. Era uma noite chuvosa e por isso, algumas ruas estavam às escuras. No carro, começamos a nos beijar lascivamente. O beijo, quando bem dado, é um convite irrecusável. Tem que ter fome, tem que ter línguas se entrelaçando, tem que ter toque de lábios. Tem que dar o gosto de pecado iminente. Eu mesmo já me mostrava a ele que eu estava curtindo muito esse momento. Depois de mostrar o volume por cima da bermuda, direcionei a mão dele para que ele tocasse, meu pau duro, por cima da bermuda. Ele só não obedeceu, mas começou a acariciar meu pau com sua mão, indo com delicadeza e ao mesmo tempo, vontade. Também acariciei-o com minhas mãos. Após abaixar sua calça e sua cueca, abaixei minha cabeça em direção ao pau dele chupando-o deliciosamente. Ele não tinha um pau grande. Mas era muito gostoso chupar um pau assim. Paus grandes são visualmente excitantes, mas é complicado transar com pessoas assim. Ao contrário da história anterior, o meu parceiro não se fez de rogado e chupou meu pau inteiro. Era muito delicioso ele chupando totalmente, além de usar a garganta. Enquanto isso, eu aproveitei e com o dedo, massageava e penetrava o seu cuzinho com o dedo. Que cuzinho maravilhoso. Se eu não estivesse no carro, certamente eu faria uma bela de uma cunete nele. Nessa levada entre beijos e boquetes recíprocos, eu gozei. Estávamos ofegantes, quando ele puxou minha cabeça contra seu pai, para que ele gozasse também. E chupei muito, de modo que ele gozou. Mas ele gozou muita porra, que eu tive que cuspir um pouco e vi que eu estava com a boca cheia de porra. O cara goza muito. Uma delícia. Ele me deixou em casa, e nos despedimos com um beijo.
Transar no carro pode não ser confortável, mas é delicioso.